Dia Mundial da Água 2012: A água e a segurança alimentar

MENSAGEM DO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU PARA O DIA MUNDIAL DA ÁGUA

22 de março de 2012

A segurança alimentar da população global depende do uso sustentável do nosso recurso finito mais crítico: a água.

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Água oceânica mais ácida ameaça 30% das espécies, diz estudo

Uma nova pesquisa indica que os oceanos do planeta continuam ficando cada vez mais ácidos e que no ritmo atual cerca de 30% das espécies marinhas pode estar extinta até o final do século.

A água marinha está ficando mais ácida devido ao dióxido de carbono.

Cientistas da Universidade de Plymouth, na Inglaterra, examinaram a água abaixo dos vulcões, onde o dióxido de carbono ocorre naturalmente, para entender como a vida marinha lida com água mais ácida.

Segundo os pesquisadores, já nos próximos anos a água marinha começará a afetar alguns organismos, e alguns tipos de corais não conseguirão sobreviver.

Fonte: BBC Brasil

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Escassez de água pode gerar conflitos no futuro, dizem especialistas

A escassez de água no futuro poderá aumentar os riscos de conflitos no mundo, afirmam especialistas que participam do Fórum Mundial da Água, em Marselha, na França.

Apesar da quantidade de água disponível ser constante, a demanda crescente em razão do aumento da população e da produção agrícola cria um cenário de incertezas e conflito, segundo os especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) diz que a demanda mundial de água aumentará 55% até 2050.

A previsão é que nesse ano, 2,3 bilhões de pessoas suplementares – mais de 40% da população mundial – não terão acesso à água se medidas não forem tomadas.

“O aumento da demanda torna a situação mais complicada. As dificuldades hoje são mais visíveis e há mais conflitos regionais”, afirma Gérard Payen, consultor do secretário-geral da ONU e presidente da Aquafed, federação internacional dos operadores privados de água.

Ele diz que os conflitos normalmente ocorrem dentro de um mesmo país, já que a população tem necessidades diferentes em relação à utilização da água (para a agricultura ou o consumo, por exemplo) e isso gera disputas.

Problemas também são recorrentes entre países com rios transfronteiriços, que compartilham recursos hídricos, como ocorre entre o Egito e o Sudão ou ainda entre a Turquia e a Síria e o Iraque.

Brasil x Bolívia

O Brasil também está em conflito atualmente com a Bolívia em razão do projeto de construção de usinas hidrelétricas no rio Madeira, contestado pelo governo boliviano, que alega impactos ambientais. Continuar lendo

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Dia Mundial da Água abordará Segurança Alimentar

Mesmo com a grande pressão exercida sobre os recursos hídricos, o mundo terá que consumir mais água para atender à demanda de alimentos de uma população crescente. Pensando nisso, a ONU escolheu o tema da segurança alimentar para o Dia Mundial da Água de 2012

Estima-se que o consumo diário de água por pessoa seja de dois a quatro litros. Mas a maior quantidade que “bebemos” vem de dentro dos alimentos. A produção de um quilo de trigo, por exemplo, consome 1.500 litros de água, segundo dados da FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação*. O órgão também aponta que aproximadamente um bilhão de pessoas no mundo sofre de fome crônica, enquanto as pressões sobre os recursos hídricos aumentam.

Para promover discussões sobre o desafio de garantir o acesso a alimentos nutritivos para a população mundial crescente e ao mesmo tempo racionalizar o consumo da água, a ONU escolheu para o Dia Mundial da Água, comemorado no dia 22 de março, o tema Segurança Alimentar. O vídeo abaixo mostra por que este recurso natural é tão importante para a nossa alimentação, com exemplos da quantidade de água necessária para produzir outros alimentos:

A campanha da FAO para o Dia Mundial da Água de 2012 procura mostrar que é possível tomar medidas, desde a produção até o consumo final, para conservar a água e garantir o fornecimento de alimentos para todos. Eis algumas recomendações da organização:

  •  consumir produtos que façam uso menos intensivo de água;
  •  reduzir o grande desperdício de alimentos, já que 30% dos alimentos produzidos em todo o mundo não são consumidos e a água usada para produzi-los se perde;
  •  produzir mais alimentos, de melhor qualidade e com menos água, e
  •  levar uma alimentação saudável.

Fonte: Planeta Sustentável

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Aproveite o Carnaval sem abrir mão da sustentabilidade

Carnaval deve ser sinônimo de festa e alegria e não de destruição e irresponsabilidade. Confira 10 dicas supersimples para curtir esse feriado, sem deixar rastros de insustentabilidade por onde passar

Curtir o Carnaval, no entanto, não precisa ser sinônimo de irresponsabilidade e destruição – e, muito menos, de ecochatice. Dá para aproveitar os quatro dias de festa com muita alegria e sem contribuir para a depredação da cidade onde você está ou do meio ambiente. Duvida?

Confira, abaixo, 10 dicas supersimples para os foliões que estão dispostos a aproveitar o Carnaval sem deixar de lado a consciência socioambiental.

1- SEJA UMA BOA VISITA
Não importa se você vai viajar nesse feriado ou ficará na sua cidade: quando estiver curtindo o Carnaval, na rua, respeite o espaço público! Fazer xixi no asfalto, destruir placas de sinalização, subir em cima de árvores e depredar monumentos não tem nada a ver com diversão, mas sim com falta de cidadania. Aproveite o feriado sem destruir os lugares por onde passar – até porque, muitos deles, como Ouro Preto, em Minas Gerais, e Salvador, na Bahia, são cidades históricas, que abrigam construções centenárias que não merecem ser destruídas em quatro dias de festa.

2- FAÇA DO DITADO UMA MARCHINHA: LUGAR DE LIXO É NO LIXO
A sujeira que o Carnaval deixa nas cidades é um dos maiores problemas do pós-feriado: latas de alumínio, garrafas de vidro, copos plásticos e panfletos de divulgação são facilmente encontrados nas ruas, entupindo bueiros e aumentando o risco de enchentes. Até mesmo os mares são feitos de lixeira pelos foliões, o que polui a água e prejudica a biodiversidade marinha. Em 2010, a ONG internacional Global Garbage postou fotos chocantes do fundo do mar de Salvador, 10 dias depois do Carnaval: mais de 1.500 latinhas e garrafas, além de pedaços de abadás e outros objetos plásticos, foram encontrados por mergulhadores (leia o post Global Garbage e os vestígios da folia). Jogar o lixo no lixo, durante a folia, daria muito menos dor de cabeça na ressaca do pós-Carnaval!

3- GASTE ENERGIA, APENAS, NAS COMEMORAÇÕES
Se você for viajar, não esqueça de tirar da tomada todos os aparelhos eletroeletrônicos – como televisão, computador e microondas –, que ficam na sua casa. Segundo o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, tirar esses equipamentos da tomada, quando eles estão fora de uso, pode reduzir a conta de luz em até 25%. Com o dinheiro que você economizar, dá até para trazer umas lembrancinhas de artesanato para os amigos e, de quebra, incentivar a economia local da cidade que você visitar.

4- NÃO TOLERE A EXPLORAÇÃO
Em 2011, a SDH – Secretaria de Direitos Humanos recebeu cerca de 92 mil denúncias de abuso infantojuvenil, sendo que um terço delas estava relacionada a atividades sexuais. No Carnaval – por conta do aumento da circulação de pessoas nas cidades e, também, do clima de “pode tudo” –, a incidência dos crimes de abuso a crianças e adolescentes aumenta ainda mais. Por isso, a Secretaria preparou, para o Carnaval de 2012, a campanha Liga da Proteção. Divulgada nas 19 principais capitais do país, a ação incentiva a população a denunciar casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no Disque 100, que funciona 24h por dia. Portanto, já sabe: se você presenciar alguma cena de exploração neste feriado, não exite em denunciar e aproveite para transmitir essa mensagem para todos os seus amigos e parentes. Afinal, quanto mais gente estiver de olho, melhor. Carnaval não combina com sofrimento!

5- ABUSE DA CRIATIVIDADE PARA SE FANTASIAR
Viagens e abadás já custam tanto dinheiro que economizar na hora de se fantasiar é uma ótima ideia. Continuar lendo

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2012 é o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos

Objetivo é aumentar conscientização sobre eficiência energética e acesso sustentável aos recursos da área; em junho próximo, líderes internacionais se reunirão no Rio de Janeiro para Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável.

A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2012, o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos.

O objetivo da iniciativa é chamar a atenção para a importância de se aumentar o acesso à energia renovável em todas as partes do mundo.

Fontes Modernas

Segundo as Nações Unidas, cerca de 1,4 bilhão de pessoas ainda não têm acesso a fontes modernas de energia.

E 3 bilhões dependem de recursos da “biomassa tradicional” como o carvão para atividades diárias como aquecimento e cozimento de alimentos.

Os serviços de energia têm um efeito profundo na produtividade, na saúde e na educação, além da segurança alimentar e serviços de comunicação.

De acordo com especialistas, a falta de acesso à energia limpa e barata impede o desenvolvimento sócio-econômico e humano de comunidades inteiras.

O acesso à energia sustentável é também uma das ferramentas para que o mundo alcance os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Fonte: Rádio ONU

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Quer uma boa dica? Pratique os 8 Rs do consumo consciente

Comece e passe esta ideia para frente. Ajude a fazer do mundo um lugar melhor!

– Refletir: Lembre-se de que qualquer ato de consumo causa impactos do consumo no planeta. Procure potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos;

– Reduzir: Exagere no carinho e no amor, mas evite desperdícios de produtos, serviços, água e energia;

– Reutilizar: Use até o fim, não compre novo por impulso. Invente, inove, use de outra maneira. Talvez vire brinquedo, talvez um enfeite, talvez um adereço…

– Reciclar: Mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil, quer fazer o bem? Separe em casa o lixo sujo do limpo. Só descarte na coleta comum o sujo. Entregue o limpo na reciclagem ou para o catador.

– Respeitar: A si mesmo, o seu trabalho, as pessoas e o meio ambiente. As palavras mágicas sempre funcionam: “por favor” e “obrigado”.

– Reparar: Quebrou? Conserte. Brigou? Peça desculpas e também desculpe.

– Responsabilizar-se: Por você, pelos impactos bons e ruins de seus atos, pelas pessoas, por sua cidade.

– Repassar: As informações que você tiver e que ajudam na prática do consumo consciente. Retuite, reenvie e-mails.

Fonte: Instituto Akatu

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Desmatamento na Amazônia Legal cai 43% em setembro

Dados divulgados pelo Inpe nesta segunda-feira, 31/10, revelam que o desmatamento na Amazônia Legal caiu cerca de 43%, em relação ao mesmo período de 2010. Ainda assim, uma área equivalente a sete vezes o tamanho do Parque Nacional da Tijuca, no RJ, foi suprimida na região

O MMA – Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta segunda-feira, 31/10, dados do Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais referentes ao desmatamento da Amazônia Legal em setembro deste ano, que apontaram que a prática ilegal caiu 43,31% na região, em comparação ao mesmo período de 2010.

De acordo com o Instituto, neste ano, 253,8 km² de floresta foram desmatados na Amazônia Legal em setembro, contra 447,7 km², em 2010. Apesar da redução significativa, a área suprimida na região ainda é expressiva e representa o equivalente a quase sete Parques Nacionais da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Um dos dados que mais se destacam no levantamento do Inpe é a volta do Mato Grosso ao posto de estado mais desmatador da Amazônia Legal. A região havia diminuído o ritmo de degradação do bioma em agosto deste ano, mas voltou a liderar o ranking de desmatamento neste mês. Foram 110,8 km² desmatados, o que representa cerca de 43,6% de toda a área florestal suprimida em setembro. Em seguida, aparece Rondônia, com 49,9 km², e Pará, com 46,9 km².

Segundo o Inpe, o Deter – sistema de detecção de desmatamento, em tempo real, utilizado pelo Instituto – não conseguiu visualizar cerca de 5% da Amazônia Legal, por conta da cobertura de nuvens na região.

Fonte: Planeta Sustentável

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Debate entre o velho e o novo modelo de desenvolvimento

Por Mauro Armelin*

O Acre tem assistido nas últimas semanas a um acirrado debate que questiona uma série de avanços obtidos no Estado nos últimos anos. Algumas entidades vêm tentando, frequentemente de forma destrutiva e usando argumentos frágeis, rotular de inadequadas as políticas que buscam valorizar os ativos florestais e remunerar de forma digna comunidades por produtos florestais e serviços ambientais.

Trata-se, claramente, de um debate que coloca frente a frente dois modelos de desenvolvimento: aquele do passado, que recompensava o desmatamento e as práticas predatórias e, frequentemente, criminosas, e um novo sistema, que procura valorizar a floresta, promovendo inclusão social e conservação ambiental.

O debate em torno desses modelos bastante distintos não envolve somente a conservação de nossas florestas mas, principalmente, a presença do Estado perto do cidadão, nas cidades, nas áreas rurais ou na floresta. Não por acaso, os números de violência rural no Acre nunca estiveram tão baixos, tendência que não se repete em outros estados da Amazônia Brasileira. Neste mês de outubro, diga-se de passagem, mais um crime foi cometido: um líder comunitário que denunciava a grilagem de terras e o roubo de madeira foi assassinado em Itaituba, no Pará.

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O guia preguiçoso da sustentabilidade

Atitudes simples e algumas vezes despretensiosas podem ajudar a frear a atual destruição do meio ambiente. Que tal?

Se não fizermos nada para desacelerar o atual processo de degradação ambiental, vamos comprometer – e muito – a vida dos nossos filhos. Isso é fato. Mas, afinal, será que existe algo que cada um de nós possa fazer para colocar um freio nessa história? Sim. E para isso não precisa ser um “verde de carteirinha”. É isso que mostramos a seguir: como ajustes sutis no dia a dia podem ter um impacto positivo maior do que se imagina.

QUAL A PROCEDÊNCIA DO QUE VOCÊ COMPRA?
De nada adianta trocar sacolas plásticas por uma “ecobag” se ela for feita no Vietnã. “Será que o custo energético do transporte não anularia o benefício de sua utilização?”, pergunta a jornalista Amélia Toledo, que pesquisa as relações entre design, inovação e sustentabilidade. Todos os materiais têm prós e contras, explica ela. “O vidro é 100% reciclável. Mas é pesado e a logística de reutilização exige alto consumo de água e energia. O plástico é retirado de matérias-primas não renováveis, mas seu processo de produção não gera resíduos.” Para escolher entre produtos, ela recomenda adotar um conjunto de critérios que inclua durabilidade e adequação ao uso. “Design sustentável é aquele que usa menos matéria-prima, processos industriais e energia.”

TUDO BEM DEIXAR O CARRO EM CASA ÀS VEZES?
Manter o carro em ordem para evitar emissões desnecessárias de dióxido de carbono é lei. Deixá-lo em casa nos trajetos servidos por ônibus ou metrô, ainda que apenas fora dos horários de pico, é melhor ainda. “Em termos de impacto ambiental, usar o transporte coletivo não se compara a tirar o carro da garagem, pois o ônibus e o metrô já circulam regularmente”, diz o engenheiro florestal e consultor ambiental Tasso de Azevedo.

XÔ, DESCARTÁVEIS!
Coador de pano, sacola de pano. Introduzi-los em sua rotina não requer nenhuma grande mudança. Melhor, você produz menor quantidade de lixo. E isso sim é uma senhora mudança. Vale lembrar que, no trabalho, desconsidere os copos descartáveis. Vá de caneca. É muito mais charmoso e bem menos nocivo para o meio ambiente.

REDUZIR O CONSUMO DE ÁGUA E ENERGIA… SIM! É POSSÍVEL

Regrinhas fáceis para reduzir o consumo de luz e água em casa: mantenha as instalações elétricas em dia; escolha eletrodomésticos certificados; use ferro a vapor, mais econômico, e acumule roupas para passar de uma vez só; instale a geladeira longe de fontes de calor, como o fogão, que a fazem trabalhar mais; pinte as paredes de cores claras, que refletem luz; mantenha luminárias e lustres limpos, para evitar perda de luminosidade; use lâmpadas fluorescentes ou de vapor de sódio; desligue o monitor do computador quando parar de trabalhar; ensaboe toda a louça antes de ligar a torneira elétrica; faça xixi no banho.

SABE AQUELA FRUTA DA ESTAÇÃO? É A ESCOLHA MAIS SÁBIA
Transportar alimentos por longas distâncias gera mais poluição do que trazê-los de perto; manter comidas em freezer ou estufa consome mais energia do que conservar alimentos frescos por poucos dias. Logo, dar preferência aos frutos da época e alimentos produzidos no cinturão de sua cidade são maneiras simples de contribuir para a redução da poluição atmosférica. De quebra, você ajuda a garantir a sobrevivência de pequenos produtores e comerciantes, que perderam espaço nas últimas décadas para as grandes redes de varejo.

Fonte: Planeta Sustentável

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